Tv Genérica

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Urgente!

16,Outubro 2009 · 2 Comentários

Acompanhem a II Conferência Brasileiros no Mundo

 

Clique aqui e assista em tempo real

Para quem perdeu clique aqui

Vídeo capturado pelo blog pequenas cousas clique e conheça

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Redbull box cart race em Tokyo

15,Outubro 2009 · 5 Comentários

Pois é pessoal sei que vocês devem estar estranhando a mudança de foco deste espaço, sei também que perdemos muitos leitores e “clik’s”, é claro que é bom receber 400 visitas por dia e poder ler as opiniões dos leitores, mas como eu não gosto de “guerrinhas virtuais” (por achar uma tremenda perda de tempo) preferi optar por este caminho e se um dia eu achar que podemos discutir pontos de vista com civilidade voltarei a trazer informações com rapidez.

Aliás eu nem queria, mas tenho que comentar o texto “É preciso saber criticar” (escrito na edição 215 pelo Ewerthon Tobace, editor-chefe da revista alternativa), no texto ele fala sobre as pessoas que protegidas pelo anonimato disparam a diarréia verbal através de e-mail’s, escrevem o que querem, julgam o que acham ser verdade, julgam as pessoas, sem verificar nenhuma fonte. 

Quero apenas registrar aqui que tanto o Ewerthon, quanto o Alexandre Higa, o Roberto Maxwell, sempre foram receptivos ( e olha que tem várias pessoas que olham torto quando chego…rs)  e me ajudaram com dicas  muito importantes, nunca percebi arrogância ou qualquer outro tipo de atitude discriminatória, nem comigo, nem com ninguém, é preciso sempre checar a veracidade do que se ouve e principalmente ter opinião própria.

Aproveitando o gancho e voltando ao início deste post reproduzo o comentário feito por uma leitora ocasional deste blog em outro espaço cibernético:

“as coisas vão indo! estamos todos empenhados em preparar a “defesa do XXXXXXX” …rsrs recolher provas , preparar álibis …
você tinha me prevenido sobre o meu IP e eu que pensava que o IP só servia para para uma invasão no PC ou clonagem.
fui ingênua !!! ainda bem que eu nunca entrei na TV GENÉRICA para fazer comentários. lá e perigoso!!! toma cuidado que eles são traiçoeiros podem colocar o IP dos comentaristas no PAREDÃO .
sera que só ler os posts tb o IP fica vulnerável??? se for eu to frita por que ate o XXXXXX  já tem meu IP… shuashuashua”

E o outro comentarista que também comenta aqui respondeu:

“Enato ,a questao nao foi ser traicoeiro ou nao,foi so a defesa deles para impedir q XXXXXX espalhasse mentiras e confundissem as pessoa, realmente um bem feito”

Meu caro(a) obrigado por entender o porquê da minha atitude, não coloquei o seu nome e nem o da outra pessoa em respeito a privacidade de vocês. Bom, isso foi só para exemplificar o que acontece neste mundo virtual.

E apesar de não estar postando mais notícias sobre a comunidade quero que saibam que eu continuo antenado em tudo, digo tudo mesmo.

Deixo aqui o meu protesto (não quis escreve nada no “calor do momento”), como todos sabem desde 2007 tenho filmado e disponibilizado através do P2P e Youtube momentos do brazilian day, para que os que moram longe, os que estão no Brasil possam ver um pouco da festa. Este ano conseguimos credênciais de imprensa, porém no último instante nos foi negada, mas tudo bem fomos, filmamos e como as atrações não estavam tão interessantes (claro que houveram excessões e elas estão no vídeo) preferi focar o público, em breve disponibilizarei para download através do torrent gratuitamente, vale a pena conferir.

Para finalizar deixo aqui um vídeo do Redbull box cart race em Odayba, que foi realizado pela primeira vez no Japão, o evento foi super organizado, bonito, com a participação de algumas celebridades. A inscrição para imprensa foi feita na hora, sem frescura e ainda recebi um agradecimento quando disse que era do Brasil. A mídia nipônica estava em peso, TV, jornais, portais cibernéricos e rádio. Todos trabalhando em harmonia e respeito com os colegas ( existe um porquê de eu estar fazendo este comentário), um cinegrafista da Fuji television puxou conversa comigo e disse que havia me visto em Asakusa ( é difícil não me ver…rs), mas na movimentação do evento esquecemos de trocar os cartões…hahaha se bem que isso é raro entre esse pessoal. E para aqueles que acham que japonês discrimina, quero salientar que a minha camera em comparação com as que eles usam é uma carroça, sem cavalos e mesmo assim fui tratado com o mesmo respeito que os cinegrafistas e fotográfos da mídia gorda.

Abrax gerais!

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Dra. keiko Nakagawa

10,Setembro 2009 · 3 Comentários

Este vídeo é especial, tanto que tem nove minutos e meio, a dra. Keiko é definitivamente uma pessoa carismática, tem um alto astral incrível e, é impossível ficar sem prestar atenção quando ela fala. Ela alfineta as instituições e os pais com tanta leveza que nos faz refletir com profundidade o futuro de nossos filhos.

De todas as pessoas que eu já ouvi falando sobre educação (e olhe que eu já ouvi muitas) a dra. Kyoko com suas críticas ácidas e a leveza de quem tem certeza do que fala, é sem dúvida nenhuma definitiva.

A dra. Kyoko, ganhou mais um fã!

Quero agradecer ao Miguel Kamiunten, pela ótima entrevista e pelos dois dias (do início ao fim) de árduo trabalho em prol dos brasileiros desfavorecidos pela crise.

Abrax!

+PLUS

Workshop – Psicologia e Saúde Mental

 

Parte (I) – As nossas crianças quando do retorno ao Brasil

 

Apresentação: Dra. Kyoko Nakagawa

                          Psicológa – Coordenadora do Projeto Kaeru

I) Projeto Kaeru

 

Tópicos:

a) Objetivos

b) Demanda das  escolas, pais e professores

c) Sondagem geral: na Capital e interior (perfil e demanda)

d) Falando sobre esquema de atendimento:

Ø      Atendimento  in loco , por telefone, via e-mails e plantões de voluntários.

Ø      Avaliação da criança (escala de ansiedade, de vulnerabilidade a ter alguma dificuldade, desenho da figura humana para avaliação de inteligência e personalidade, entrevistas com pais e alunos).

Ø      Provas para ver o nível de desenvolvimento cognitivo: provas de Piaget e testes de inteligência como WISC e Raven, testes de personalidade como Rorschach e CAT).

Ø      Como funciona:  tipos de atendimentos, material e intervenção da equipe (materiais lúdicos e objetivos com o uso deles).

Ø      Reflexões a partir da pesquisa e intervenção.

Ø      Preparo para retornar, decisão dos pais, perspectivas futuras.

 

Parte (II) – Cuidando da Saúde Mental

 

Apresentação: Dr. Décio Nakagawa

                          Médico Psiquiatra

I) Migração e saúde mental

 

Tópicos:

a)  Introdução e tendências mundiais

b) A vulnerabilidade e o adoecer

c) Avanços sociais no Brasil

d) Projeto de vida

 

Data:  19 de setembro 2009 

Local: Colégio Brasil Japão

             Aichi-ken, Nagoya-shi, Minato-ku, Shinfune-cho, 1-1-2

            Tel: 052-654-7762

Horário: 10:00 hs.  às  17:00 hs.

 

Informações: 090-4406-7084 – Prof. Carlos Shinoda

                           Vagas limitadas, favor confirmar participação

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Bakatare!

24,Agosto 2009 · 3 Comentários

Aproveitando o titulo do post abaixo, hoje falarei sobre sonhos.

Todos nós temos, ou já tivemos sonhos, digo sonho mesmo, daqueles que só conseguiremos alcançar em nossas imaginações. Desde a tenra idade, meninos sonhando em ser jogadores de futebol, meninas sonhando em ser artistas de novela, é claro que, na medida em que envelhecemos estes sonhos mudam e então trocamos os sonhos inatingíveis por coisas mais próximas, casamento, um (a) namorado (a) bonito (a), casa, carro, conforto, uma bela prole.

Mas e os sonhos inatingíveis, será que realmente apagamos de nossas mentes?

Será que estão guardados naquela gavetinha no nosso subconsciente?

É certo esquecer os nossos sonhos?

Será que escondemos os nossos sonhos com medo sermos repreendidos?
O grande (e bota grande nisso!) Antonio Inoki sempre diz, “yume wo motte, bakayaro ni nare!” (Torne-se um tolo, tenha um sonho!) . Pois é, quem sonha, independente do lugar que veio, é visto como tolo.

Apenas para citar, *Miyamoto Musashi (*Shinmen Takezo era o seu verdadeiro nome) que era filho de goushi (algo entre o camponês e o samurai na escala social japonesa) jamais se tornaria o maior e mais conhecido samurai de todos os tempos senão fosse um sonhador, aliás, gostaria de indicar os dois volumes do livro escrito por Eiji Yoshikawa, que foi traduzido magnanimamente por Leiko Gotoda e garanto que após a leitura vocês entenderão que Musashi foi um grande sonhador, que é claro, correu atrás dos seus objetivos.

O vídeo abaixo caiu em minhas mãos na semana passada, aproveito para desculpas a pessoa responsável pela captação da imagem, pois por não saber o nome, não posso dar o devido crédito.

Este vídeo tem imagens, músicas e um depoimento do Manu Véio, um artista de rua, residente em Nagoya. Ele canta pelas ruas e aproveita para vender um cd compilado artesanalmente por ele.

Ao assistir o vídeo na integra lembrei-me da minha adolescência e posso dizer que, sou um felizardo que paga até hoje pelas conseqüências de correr atrás dos sonhos. Não pensem que me tornei um quarentão ranzinza, não, longe disto, ainda sou um sonhador, este humilde blog (os outros também), meus vídeos e fotos, fazem parte do meu sonho de poder ser livre para compartilhar com as outras pessoas, minhas experiências, sem stress, com liberdade e responsabilidade.

Manu Véio me fez lembrar dos rounins (samurais sem clan ou senhor) citados no livro Musashi, que se fingiam loucos ou vagabundos e seguiam o seu caminho, sem incomodar ninguém.

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Mudança de comportamento.

17,Agosto 2009 · 7 Comentários

Improdutivo, creio que esta é a melhor definição para o feriadão (Obon), com a gaveta cheia de projetos que, infelizmente dependem de outras pessoas para que possam ser finalizados, fiquei frustrado.

Na segunda e terça-feira, compromissos desmarcados (também não pude sair, pois estava em stand by), quarta-feira dei um pulinho em Tsurumi, Akihabara e Shibuya (para visitar um amigo), quinta-feira outro compromisso desmarcado, perdi o dia, mas foi por uma boa causa, sexta-feira fui até Asakusa na esperança de conseguir uma credencial para filmar e fotografar o desfile que será dia 28 de agosto, a organização foi categórica, credencial é só para a mídia (acho que ela estava se referindo à mídia gorda).

Também o que um blogueiro metido a fotográfo ( qualquer dia eu posto algumas fotos de minha autoria) e videomaker  feito eu, tinha que ir até lá para pedir credencial, bem feito.

No sábado tomei um chá de cadeira de cinco horas para pegar um depoimento de uma pessoa, para um vídeo que está em andamento e adivinhem o que aconteceu?

É isso mesmo, acertaram na mosca, o dito cujo não apareceu, imaginem o stress, não pela falta do depoimento e sim por ter que carregar meu equipamento, de trem é claro.

No Domingo, pensei, quer saber vou ligar o F botom. Conhecem o F botom?

Pois é pessoal, hoje estava pensando, pra quê tanto stress?

E repensando no início deste blog cujo objetivo era trazer entretenimento, nos últimos oito meses só temos falado de crises, reuniões e articulações.

Cansa e não pense que é para postar ou buscar notícia, cansa ficar dando murro em ponta de faca, fazendo isto ou não,  eu não ganho nada, não que eu faça para receber, mas eu sou daqueles que acreditam em mudanças e meu maior ganho é ver os brasileiros que estão aqui tentando mudar, para melhor.

Sei que minha decisão vai debandar metade dos leitores, mas é preciso fazer as coisas por prazer, pelo menos estas, pois por obrigação, eu faço no trabalho.

A partir de hoje será extinto o espaço do leitor ( que nunca foi usado), entrará crônicas de cá, que prometo postar com freqüência. No besteirol postarei uma notícia com comentário. Na área de vídeo tem uma surpresa a partir do próximo mês  e, vejam bem e se houver algo interessante para a comunidade será postado na página principal.

Espero que vocês entendam estas mudanças e acreditem em nós mais uma vez, boa volta ao trabalho, relaxem vendo os pássaros e abrax gerais!

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“Tsukaisute sedai”

2,Agosto 2009 · 67 Comentários

Com tantas mudanças nas leis de imigração no Japão, é certo que, em abril do próximo ano, mais de três quartos dos brasileiros residentes no arquipélago nipônico retornarão ao Brasil, alguns com dinheiro, guardado com muito sacrifício, outros com nada.

Mas o ponto não é exatamente este, há vinte anos o governo japonês facilitou a vinda de brasileiros, talvez, em parte, pela pressão de empresários que precisavam de mão de obra.

Os nikkeys brasileiros que vieram, logo mostraram a criatividade, responsabilidade e força de vontade, fazendo muitas horas extras sem reclamar, trabalhando por dois ou até três japoneses e, é claro que os empresários japoneses tornaram-se $impatizantes da mão de obra brazuca e o resto da história todos conhecem.

Hoje, questiono o começo dessa história.

Será que o empresariado e o governo japonês  tiveram a intenção de usar  e descartar os brasileiros desde o começo?

Por que não  houve restrições (idioma e aptidões profissionais) desde o inicio?

Por que nunca houve intenção do governo japonês integrar os brasileiros na sociedade  japonesa?

O governo japonês ou o brasileiro tomará alguma providência em relação a esta geração  que está sendo descartada aqui e que provavelmente será descartada no mercado de trabalho brasileiro?

Isso tudo me faz lembrar os portugueses que “trouxeram” os negros da África, usaram e depois descartaram, num acordo que, claramente, foi político, assinado pela filha do imperador, que de quebra ainda ficou na história como a heroína salvadora dos negros.

O que acontece com alguém que passa a vida inteira acorrentada e repentinamente é libertado?

Qual a estrutura psicológica, emocional, haverá nesta pessoa?

Eu tenho emprego, ainda, tenho visto permanente (que não significa nenhuma garantia), estou inscrito no sistema de saúde, falo japonês  o suficiente para procurar emprego, tenho algumas outras habilidades além da rotina de fábrica.

Então por que eu estou preocupado?

Por que perco o meu tempo livre, tentando informar, trazer à tona algumas discussões?

Serei eu um sindicalista?

Serei eu algum futuro candidato político?

Estou tentando destacar-me na comunidade?

A minha resposta é não!

O que eu não posso permitir é este estupro consentido, não posso permitir que milhares de pessoas sejam usadas e descartadas, simplesmente para que um político mostre aos eleitores que está fazendo algo pelo país.

Esta é a hora de nos unir, hora de somar, independente de ideologias, interesses ou crenças. É preciso lutar até o último suspiro, pois a última coisa que quero é ser lembrado como alguém que fez parte da “TSUKAISUTE SEDAI”.

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Urgente! Todos que puderem compareçam.

23,Julho 2009 · 57 Comentários

Gostaria de convocar todos os leitores deste espaço para a próxima reunião da NNBJ, sugestões, opiniões, dúvidas e críticas serão bem vindas. Presenças confirmadas, prof. Angelo Ishi, prof. Aizawa, Alexandre Higa, Hidekichi Hashimoto, Francisco Freitas e os representantes da região.

Os detalhes da reunião estão no vídeo e se possível envie para os amigos via celular e orkut, vamos mostrar união e solidariedade nestes tempos de crise.

Abrax!

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Educação

16,Julho 2009 · 44 Comentários

 

 

reforma_ortografica1

 

O governo japonês está criando um projeto de apoio na área educativa para as crianças brasileiras.

Este projeto tem como objetivo:

1)  Dar apoio as crianças brasileiras e outras de origem sul-americana que estão fora da unidade escolar ou que estão estudando em  escola brasileira, ensinando-lhes a língua japonesa e outras línguas para garantir-lhes o hábito de estudo e orientação de matérias como  língua japonesa (Nihongo) para conseguir ingressar em escolas japonesas.

2)  Impulsionar o intercambio da comunidade brasileira (inclui outras comunidades) e a comunidade local centralizando a atenção nas crianças brasileiras (e de outras origens)

3)  O presente projeto vigorará em caráter emergencial com prazo de 3 anos ate a recuperação da economia.

4)  Faixa etária: Preferência aos alunos de 7 a 15 anos.(Shougakko e Chugakko)

5)  Duração: aproximadamente 6 meses.

6)  Local: nos pontos onde há grande concentração de estrangeiros.

7)  Requisito para professor(a): Professores bilíngüe(ira orientar a língua materna e outras matérias)

8)  Prazo de inscrição: a)junho e julho(Inscrição); b)julho e agosto(Exame – seleção -Incumbência).

 

 

Vocês acham que a comunidade brasileira aderirá massivamente?

Você acha que as crianças brasileiras devem permanecer em escolas brasileiras?

Abrax!

*Na edição mais recente da revista altermativa tem uma carta de uma pessoa que relata um ato de discriminação. Este será o tema para o próximo post.

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O Valor do comentário

13,Julho 2009 · 21 Comentários

Caros leitores e comentaristas desculpem a demora na postagem, poderia inventar mil desculpas, mas a verdade é que não estava com vontade de escrever ou postar nada e devo confessar que esta falta de vontade deve-se em parte ao stress cotidiano, mas tenho acompanhado os comentários e devo confessar que os comentários estão mais interessantes que a própria postagem.

Pois é, cheguei ao ponto desejado! Ah! O comentário, qual o valor dele? Qual a importância do comentário em um artigo? Qual a influência do comentário na compreensão do texto escrito?

Muitas vezes li artigos em jornais e revistas sobre lugares, shows e acontecimentos nos quais eu estava presente e nem sempre o relato do escriba era correto, algumas vezes falava bem demais, outras mal. O fato é que as informações não eram precisas (para não dizer falsas) algumas vezes escrevia uma carta, que é claro, nunca era publicada.

Escolhi o formato blog justamente para saber a opinião dos leitores. Quer coisa mais simples? Você lê e se não concorda ou acha que pode complementar o artigo, escreve na caixa de comentários e pronto. Certa vez escrevi duas criticas sobre o mesmo disco em meu outro blog, uma de mau humor e outra de bom humor (pode ser lida aqui 02/09/2007 Vamos discernir?). Qual delas estava certa? Em qual acreditar? E se fosse para um jornal ou revista?

É exatamente aí que entra o poder de discernimento do leitor, eu realmente leio todos os comentários e acredito que a maioria dos leitores também lêem, podem apostar que existem muitos que pensam como o LORD, EDSON, LINX e o Alberto (que anda sumido).

São os comentaristas que mostram o nível do blog, discussões, informações e algum bate-boca, fazem parte de qualquer fórum, blog e outros espaços que permitem a participação dos leitores.

Da minha parte como administrador deste espaço não pretendo apagar absolutamente nada (com exceção de palavrões e outras coisas do gênero), pois acredito na liberdade de expressão, mesmo não concordando com muitas coisas, agradeço os comentários.

Conto com a presença, divulgação e comentários de todos que vem nos visitar e não esqueçam que são vocês são os responsáveis por este que vos escreve continuar procurando novidades e temas para serem debatidos aqui.

Deixo aqui o vídeo da festa de 36 anos de Japão da passista, dançarina, carnavalesca e descolada Isabel, qualquer informação adicional, pode ser feita pela colaboradora Sueli.

 

 

Abrax!

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E agora José?

30,Junho 2009 · 26 Comentários

v_vida_inochi

Escrevo estas linhas com a absoluta certeza de que o dia de hoje ficará marcado em minha vida. Quase vinte anos depois trabalhando no mesmo lugar, pude testemunhar o último dia de trabalho de vários colegas (detesto o termo companheiro, pois para este que vos tecla tornou-se um vocábulo pelego), alguns que me ensinaram muito, outros com os quais eu vivia “batendo de frente” e outros que jamais troquei uma palavra.

Para quem não sabe sou um quarentão, gasto pela batalha diária, mas sou um quarentão. Depois de algumas despedidas dei-me conta de quanto tempo passou, eu tinha cabelos pretos quando pus os pés nesta empresa, muita gente me perguntava se eu era wrestler, fiz amizades rapidamente e também fiz algumas inimizades, afinal toda unanimidade é burrice, segundo um intelectualóide que não consigo lembrar o nome.

A primeira vez que entrei numa fabrica foi neste arquipélago e ao contrario de muitos eu sempre gostei, pude presenciar cenas dantescas, discussões homéricas, assisti vários dramas que não cabem aqui comentar, sempre foi como se eu estivesse lendo um livro, ou assistindo um filme e ainda recebia para isto, devo confessar que várias das minhas crônicas (publicadas em outros espaços) foram inspiradas neste ambiente.

Hoje curiosamente ouvi duas vezes a mesma coisa, “apostei a minha vida aqui”.

Japoneses com os olhos cheios de lágrimas, um aperto no coração deixando o lugar, mas com o sorriso no rosto, dizendo, gambate, né!

Hoje pensei com meus botões, e eu? O que será de mim? Qual será a minha reação quando for minha hora? O que me restará?

Sem curso superior completo, sem fluência no idioma nipônico, não tenho talento para ser músico, intelectualidade para tornar-me um escriba, patrocínio para poder me dedicar integralmente ao mundo das imagens, coragem para ensinar artes marciais em troca de dinheiro (não que eu condene quem faz, mas eu não tenho coragem), o que será de mim?

Lembrei das decisões que tomei, de tudo que deixei para trás, acabei lembrando um poema do Drummond “E agora José?”.

Mas independentemente do que possa vir acontecer quero deixar claro que cada momento até hoje vivido valeu a pena, continuarei seguindo o meu caminho, enfrentando os desafios, misérias e surpresas que a vida me reserva, afinal de contas eu sou brasileiro.

P.S: Esta semana postarei um vídeo sobre o projeto que formará dezessete novos professores de japonês e ensinará o japonês do dia-a-dia para vinte pessoas, aguardem

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